quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Devemos dar mais dinheiro para os grandes ou para os pequenos?


Por incrível que pareça, esta discussão se aplica também a universidades americanas.

No caso, está se falando de doações milionárias que ricaços americanos fazem.

Neste podcast, Malcolm Gladwell argumenta (e me convenceu) que no caso americano o mais inteligente no momento é que estes filantropos doem seu dinheiro para pequenas universidades e não para os MITs, Harvards, Stanfords...

Ele conta a estória de Hank Rowan, que doou 100 milhões de dólares para uma pequena universidade em New Jersey: Glassboro State University, hoje Rowan University.

A ideia é que a sociedade é como um jogo de futebol, onde o mais importante para obter vitórias é a qualidade do seu pior jogador e não a qualidade do seu melhor jogador. De nada adianta ter um Messi se você tiver um péssimo zagueiro. A sociedade não é como o basquete, onde um jogador excepcional praticamente garante as vitórias.

Como seria no caso do Brasil?

O link para o podcast completo, disponível em várias plataformas, está em http://revisionisthistory.com/episodes/06-my-little-hundred-million


segunda-feira, 19 de setembro de 2016

O motorista-mané

Como pedestre e motorista, muitas vezes observamos absurdos.

Seguindo um pouco o exemplo deste vídeo (Adam Ruins Everything - Why Jaywalking Is a Crime), por que não dar um nome adequado a quem comete faltas de trânisto que têm consequências, ou se expressa como se a sociedade devesse viver em função dos carros?


O motorista-mané comete um ou mais dos deslizes abaixo regularmente:
  • Pára em cima da faixa de pedestre.
  • Trafega acima do limite de velocidade.
  • Reclama da criação de ciclovias.
  • Reclama da redução de velocidade nas vias.
  • Reclama dos radares que multam quem trafega acima do limite de velocidade.
  • Cola no carro da frente e buzina quando acha que este está lento (por estar dentro do limite de velocidade).
  • Reclama de ruas onde é proibido estacionar.
  • Tenta estacionar sempre bem próximo do local para onde vai, mesmo que isso atrapalhe o trânsito.
  • Passa no sinal vermelho.
  • Passa no sinal amarelo acelerando, quando seria perfeitamente possível parar.
  • Não respeita o limite de distância do ciclista quando não tem ciclovia.
  • Buzina quando o sinal abre para quem está na frente andar logo. 
  • Faz conversão sem sinalizar.
  • Sinaliza com farol alto quando o carro da frente trafega no limite da velocidade permitida.
  • Pára em fila dupla.
  • Ocupa duas vagas estacionamento. 
Algum item adicional para a lista?

domingo, 18 de setembro de 2016

Edward Snowen should be pardoned

The tweets below explain why. Especially the first tweet.




"Dinheiro do f***-se" (F**you money) e Via Negativa

Sobre a importância do "Dinheiro do f***-se" (F**you money), Nassim Nicholas Taleb recentemente tuitou (este link vai parar de funcionar em breve pois Taleb autoremove seus tweets):


A ideia do "Dinheiro do f***-se" é ter dinheiro suficiente para não depender de chefes, não ficar vulnerável a pessoas mais ricas que você, etc.

No caso ele disse que por ser rico nunca foi processado por suas opiniões. Já Seralini, cientista que fez pesquisa sobre GMOs (organismos geneticamente modificados) foi. Ganhou, mas deve ter gasto bastante dinheiro.

Mas "Dinheiro do f***-se", segundo ele, não depende apenas de ter bastante dinheiro. Pode ser atingido também se você não faz questão de gastar muito.


Mais Taleb: Via Negativa


escrevi sobre Via Negativa aqui.

Num tweet de hoje, ele postou mais uma instância de Via Negativa, uma frase de Tolstoy:




"Expor a mentira é muito mais benéfico do que claramente expressar uma verdade." Leon Tolstoy.

js290 @su_js1completou: "Mal informado é muito mais perigoso do que desinformado".

Um texto recente do Taleb que alguém precisa traduzir é "O Intelectual Porém Idiota".

Ainda relacionado a Taleb, mas não criado por ele, é este resumo de Vieses Cognitivos.





sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Grupos brasileiros Paleo/Lowcarb/LCHF no Facebook e seus números hoje (26/08/2016)

Atualização de post de Janeiro de 2015.

Paleo um Estilo de Vida
Link: https://www.facebook.com/groups/paleoestilodevida/
12.972 membros.

Paleo - Primal - LCHF Saúde & Ciência
Link: https://www.facebook.com/groups/524620751016517/
22.521 membros

Dieta Paleolítica LowCarb
Link: https://www.facebook.com/groups/dietapaleoliticalowcarb/
25.298 membros
Obs.: Este grupo tinha sido excluído e reapareceu.

Dieta Paleolítica LowCarb (2º Grupo)
Link: https://www.facebook.com/groups/dietapaleoliticalowcarbfase2/
15.732 membros

Dieta Paleo
Link: https://www.facebook.com/groups/dietapaleolowcarbhighfat
21.583 membros
Este é um dos grupos que foi bloqueado por uns tempos.

Paleo Brasil
Link: https://www.facebook.com/groups/457758684268304/
1.804 membros.
O grupo Dieta Paleo surgiu como uma dissidência deste.

Seguidores de Dieta Low-Carb e Paleolitica
Link: https://www.facebook.com/groups/1424828927759824/
11.441 membros

Dieta Low Carb
Link: https://www.facebook.com/groups/dietalowcarb/
9.975 membros

Dieta TNT (low-carb / hi-fat / Paleo / Primal)
Link: https://www.facebook.com/groups/323001571143635/ 
12.227 membros

ZERO CARBOIDRATO - Dieta da Proteína (Cetônica)
Link: https://www.facebook.com/groups/zerocarbo/
26.323 membros 

DIETA DO CARBOIDRATO/PROTEINA
Link: https://www.facebook.com/groups/286934314659557/ 
30.204 membros

Atkins nova geracao (uma versão paleo)
Link: https://www.facebook.com/groups/1584444948442625/
842 membros





quinta-feira, 5 de maio de 2016

Retrospectiva Coding Dojo 03/05/2016

Fizemos um Coding Dojo nesta terça na UTFPR, com a turma de Métodos Ágeis do PPGCA.

Foi um Coding Dojo no estilo Randori.

O problema escolhido foi o Quiz Animal.

A linguagem de programação foi Java.

Abaixo as respostas às perguntas da Retrospectiva.

O que poderia melhorar?


Uma análise inicial em como solucionar o problema antes de iniciar a codificação.
Maior participação de todos os alunos, embora seja a participação seja voluntária, nesta vez tivemos menor aderência.
Conhecimento de várias técnicas aprofundadas sobre a linguagem para resolver o problema e discutir a forma de resolução que será seguida durante o trabalho.
A dinâmica. Hoje vimos que nem todos gostam de participar. Apesar dos erros e acertos, o medo é grande responsável por não conseguirmos aprender da maneira que poderíamos se não tivéssemos o medo de arriscar.
houve muita divagação e pouca prática, acredito que se fosse focado no desenvolvimento seria mais produtivo. Melhorar o escopo de discussão no processo de desenvolvimento.
A organização e a abordagem para resolver o problema, e a participação dos alunos.

O que aprendemos?


Codificar não é sair fazendo, é preciso refletir
Desafios maiores podem fazer com que a participação seja menor.
Há diferentes opiniões e visões dos envolvidos, mesmo que estejam no mesmo assunto, linguagem e problema.
Aprendemos que os desafios são mais difíceis quando pensamos sozinhos. Pensar em grupo é mais claro, pois cada um tem uma perspectiva.
Maior conhecimento da ferramenta Java
Esforços em grupo nem sempre leva ao sucesso em um código/programa de qualidade.

Do que gostamos?


Aprendi um pouco mais de Java
Diversificar a linguagem de programação utilizada.
Praticar numa linguagem conhecida pela maioria.
Do método. Hoje, ficou mais claro que a primeira vez.
Sentir-se obrigado a sair da zona de conforto e trabalhar em uma ferramenta pouco conhecida.
O tipo de problema.

Discussões ou comentários


Faltou participação do grupo. Alguns poderiam ir, afinal estamos para aprender
Quando um usuário refatora, muitos estão atentos no que aquilo irá influenciar (podendo gerar erro), pois o criador do código fonte anterior ao dele está presente na plateia.
Será que o Randori é o melhor método com vários participantes? será que o kake não traria mais informação visualizando hoje a equipe? Pois desse modo todos poderiam contribuir simultaneamente com raciocínio diferentes.
Poucos conheciam a ferramenta, então ficou apenas em discussão de métodos de desenvolvimento e utilização do Java. sugestão: estabelecer um momento para discutir as diretivas de desenvolvimento e dicas da ferramenta para posteriormente, aplicar o processo de desenvolvimento.
Talvez seja bom que todos tenham algum tempo para pensar e preparar como abordar o problema, antes de começar a implementação.

quarta-feira, 30 de março de 2016

Bons Chocolates Brasileiros

Fiz a seguinte pergunta no Facebook:

Olá,
vocês tem experiência com chocolates low carb (>55% de cacau) feitos no Brasil com cacau brasileiro? 
Eu comprava o da Lindt mas depois da alta do dólar e, recentemente, saber que eles provavelmente usam trabalho escravo, quero evitá-los. 
E será que o cacau brasileiro sofre do mesmo problema?

Depois verifiquei que não há nenhuma certeza de que a Lindt usa trabalho escravo. De todo modo, as dúvidas existem (leia aqui). E também que o Brasil não está livre de trabalho escravo na produção de cacau.

Mas o melhor das respostas a este post, foram as sugestões de empresas brasilerias que fabricam chocolates:




Confesso que dos acima só provei Nugali.

Ao que parece, todos acima oferecen opções com mais de 55% e com cacau produzido no Brasil.
Conhece mais algum para indicar?